“A herança de Pastinha”, Angelo Augusto Decanio Filho – Introduzione

Ecco l’introduzione del saggio “A Herança de Pastinha” di Angelo Augusto Decanio Filho a proposito del contributo di Mestre Pastinha alla capoeira. E stato il primo a concepire la capoeira come  filosofia e a interessarsi agli aspetti etici e educazionali della sua pratica, portandola oltre i limiti della semplice pratica sportiva:

“Pastinha foi o primeiro capoeirista popular a analisar a capoeira como filosofia e a se preocupar com os aspectos éticos e educacionais de sua prática.

… desde as paginas iniciais de sua obra…

… talvez por influência de Wilson Lins…

… que grava de punho próprio…

… na contracapa do manuscrito…

… “Quando as pernas fazem mizerêr”…

… com o subtítulo …

…“Metafísica e prática da capoeira”…

aparece a divindade…

… que habita no íntimo de cada um de nós…

… inclusive nos capoeirista…

… a preocupação com a correção…

… do comportamento do homem…

 … o sentimento de amor ao próximo…

… a importância do convívio social

… e da organização e legalização duma associação…

… para congraçamento… prática… estudo…

… aperfeiçoamento… … educação moral e cívica…

… ensino aos amantes da sua arte…

… sem esquecer a preocupação…

…com a cadeia sucessória de Mestres…

… no tempo e no espaço…

Pastinha transcende assim ao humano…

… transforma-se num agente social…

… vence a curta duração da vida humana…

… se perpetua pela sua obra…

… transmitindo seu Sonho a um Aluno Continuador…

… contaminado pelo mesmo Ideal !

… a vizinhança de Bimba foi como a proximidade de Sol…

… ofuscou… ensandeceu… cegou…

 

Pastinha foi o contracena do Gigante…

… pequeno Davi mestiço a nos alertar…

… contra a belicosidade do Golias da capoeira…

… a sombra amiga…

… que protegeu as raízes da capoeira…

… do calor da genialidade de Bimba…

…sem Pastinha…

… a Capoeira seria hoje…

… apenas uma nova arte marcial…

… num mercado dominado pelas orientais…

 

… Pastinha foi o guardião da liberdade de criação…

… da inocência dos componentes lúdicos…

… da beleza da coreografia…

…. o gênio que desvendou…

…. em palavras simples e puras…

… os aspectos místicos da capoeira…

… como seu amigo Caribé…

… exprimiu com pena e pincel…

… será sempre simbolizado pela “Chamada”…

… com que arrefecemos o calor da disputa…

… entre vontades que se contrapõem…

a Mão Amiga estendida para o Alto”…

…. lembrando

“Somos todos Irmãos à luz do MESTRE…”

”A Paz entre os Capoeiristas de Boa Vontade…””

 Angelo Augusto Decanio Filho, “A herança de Pastinha”, Introdução.

Capoeira Angola Bologna

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